sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Léa dos meus afetos...

...para variar seu comentário me atiçou. A bandeira azul com estrelas brancas me lembrou da história recente desse lugarejo colonizado pela sul da secessão. E borrar de multicores é o que quer a menina dos tambores a história desbotada deste lugar. Que contada a um menino de dez anos me levou às fibras da bisneta de escravos que não negou nem em endereço nem em morte a sua história, jogada que foi num canto, sem tambor, de um hospital vergonha pública. O texto do menino que não conhecia o tambor nos fez pensar. A cor certa dada ao ladrão de batatas e assassino do fazendeiro empreendedor, vindo de um americano sul algodão (...) porque o assunto do texto histórico em questão era o cemitério dos Americanos aonde graças a sua força política e econômica agora poderiam adormecer em paz, amém. A vala comum cabe a alguns. Ossos jogados num canto sem história. Arqueologia é o que nos resta para contar o azul dos mortos da menina do tambor. Não menos interessante e atual foi à invasão pela nossa ku klux klan da casa do tambor menino. Então, afinal, de quanta arqueologia precisaremos (?) para o menino de dez anos estudar que em nome de um sagrado, profanou-se o terreiro dos macumbeiros, tocadores de tambor, menino. Haja resistência, saravá! (...)

Um comentário:

  1. Dani do céu e da terra...Santa Clara clareou...nada como uma boa explicação dos fatos e da história para que as mulheres visionárias continuem crendo e tendo honra

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eu não sonhei, sonhei.