segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

engenho central, 2010
Recolhe histórias,
não pra contá-las
pra vivê-las;
inclina o corpo, apanha palavras, quase estrelas,
demora a retornar, o coração de vagar, soletra sentimentos que
vão pelo ar, se perdem no mar.
recolhe de novo, faz amor,
sem lençóis, nem dor,
alfazema na minha sala
plantada no vidro azul
retorna o meu amor,
abre o peito, e então
danço com as mãos, um vai e vem,
costurando o coração no ardor.
soletra de novo, sentidos,
e se esquecem em mim.

2 comentários:

  1. palavras leves,a leitura é uma plumagem de bom.

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  2. obrigada,
    as suas palavras que foram agora pra mim.
    bjo

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eu não sonhei, sonhei.