sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Meu corpo autista.

Segurou meus punhos com suas mãos

Me re.ensinou a bater palminhas

Tirou um som do movimento repetitivo

Ligeiro.

Musicou uma lembrança.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

"Entreguei minha juventude ao sonho de um país justo e democrático" (...)

(Dilma Rousseff . discurso de posse. 01.01.2011)

domingo, 2 de janeiro de 2011

notas sobre meu dia.

minha vó sempre dizia:

quando a esmola é demais o santo atrofia. atrofia?. engane o santo querida. ela dizia. pra que ele te mostre a moeda que você merece.

mas não se esqueça querida. ela dizia. a melhor moeda talvez você não mereça. aliás não mereça nunca uma moeda. jogue todas que tiver a sua volta naquela fonte e deseje. e deseje. de seje.  de seja.
 
césar. desenho, beleza 2.
 
O vento que aqui existe sopra um tempo indolente
e acorda folhas de bênçãos cobertas.
Aqui, neste lugar, onde o tempo parou esperando descobertas, 
As folhas despertas dançam ao sabor do vento insolente

Aqui, o céu azul exala perfumes de filhos amortecidos
E as mulheres sorriem uma saudade, de remédio, desprovida
E dormem uma morte que é vida
E pensam no vento que embala os tempos adormecidos

Se cá estou, muito embora visitante,
É porque onde moro não sopra o vento.
E o céu, que anoitece meninos, engole meu sorriso e alento
E nem o tempo adormece essa saudade gritante
 
(palavras, joyce K.)
dani. desenho.
 
 
Acordamos com som de pássaros
e a vida quando é azul o céu,
é deveras clara e sem enigmas...
Pois então quando nublar
e  o temporal estiver perto,
guardemos nossos sonhos
em belos bauzinhos
de madeira nobre.
Sim, flores do jardim:
Sejamos sempre flores...

Caso o mundo acabasse,
eu saberia o que fazer.
Mas o mundo nunca acaba,
sempre tem alguém para
por sementes de flores na merda.
Não é estranho esse texto.
A vida que irá iniciar agora em janeiro,
É a mesma de sempre.
Somos todos merda e flor... 


(palavras, césar)

Joyce K. beleza.
Aqui o tempo parado abençoa o vento que inexiste. E as folhas dormem.
No aqui o tempo parado abençoou o vento que inexiste. E as folhas dormiram.
Nesta cidade as mulheres sorriem quando morrem.
Quase aqui nesta cidade as mulheres sorriram quando ao morrer olham pro céu e amam. Quando morrem. Vivem. As mulheres.
Olhando o céu e pensando num filho que amanheceu.
Olhando o céu e pensando num filho que amanheceu.
Quase aqui nesta cidade as mulheres sorriram, quando ao morrer.
 Por conta da cidade eu estou no lugar onde nasci.

(palavras, dani.)

sábado, 1 de janeiro de 2011

"bom princípio de ano novo, senhor!!"

de mão estendida
esperando balas coloridas
a menina seguiu de casa em casa
sorrindo.